Como o Espelho chega na sua nota
Nenhuma correção deveria ser aceita no escuro — muito menos uma que você vai usar para decidir o que estudar. Esta página abre o método inteiro: como a peça é quebrada em critérios, de onde sai cada décimo, o que o Espelho não faz e como a acurácia vai ser medida contra a nota real da banca.
O impetrante sofreu ato ilegal praticado pela autoridade coatora, que violou direito líquido e certo ao negar o pedido administrativo.
Estão presentes os requisitos para o cabimento da medida e a competência deste juízo para apreciar a controvérsia.
O ato é ilegal porque contraria a norma aplicável ao caso, mas a relação entre a norma e o fato precisa ficar expressa.
Uma correção não devolve só uma nota. Ela deixa uma decisão pronta para o próximo treino.
1. A banca não paga por texto bonito. Paga por item.
Na 2ª fase, a correção da FGV é analítica: a peça vale 5,0 e esse valor é distribuído em critérios com peso fixo. Quem corrige não dá uma nota de impressão — soma o que encontrou. É por isso que dá para reprovar escrevendo bem e passar escrevendo pior: o que conta é ter batido os itens.
O Espelho corrige na mesma lógica. Ele não tenta adivinhar uma nota global e depois justificá-la; ele localiza cada critério no seu texto, atribui o que a banca pagaria e a nota final é a soma auditável desses critérios — o mesmo número que aparece embaixo, item por item. Se a soma e o total divergissem, você não teria como conferir nada.
2. Os critérios que ele procura
Toda peça, em qualquer área, é lida contra esta estrutura. Os pesos abaixo são a fatia típica dos 5,0 — referência para priorizar treino, não a rubrica oficial (que varia a cada prova). Quando você sobe o padrão de respostas da FGV, a distribuição oficial dele substitui esta.
Nas questões discursivas a estrutura é mais curta — fundamento, dispositivo e conclusão —, porque é isso que o espelho da banca cobra em cada quesito.
3. Dois modos, com precisões diferentes
Estimativa conservadora
O Espelho reconstrói os critérios prováveis daquele tipo de peça. Como não há rubrica para conferir, ele erra para baixo de propósito: aplica uma calibragem que puxa a nota, para você não sair com uma expectativa inflada. Serve para treinar e para saber onde está o buraco.
Correção pelos itens da banca
Subindo o padrão de respostas, os critérios e pesos deixam de ser inferidos: são os que a banca publicou. A correção passa a cruzar o seu texto com a rubrica real, quesito por quesito. É o modo mais próximo do que acontece na prova.
4. Cada décimo vem com o trecho que o justifica
Um critério só é dado como atendido se existir evidência textual na sua peça — e essa evidência é mostrada, transcrita do seu próprio texto. Sem trecho que sustente, o critério cai para parcial ou ausente. Não há ponto por estilo, por aparência de peça bem escrita, nem por presunção favorável.
É o que torna a correção conferível: você pode discordar de um item específico olhando a evidência, em vez de discordar de um número.
5. O que o Espelho não faz
- Não é a nota oficial. Quem corrige a sua prova é a FGV. O que você recebe aqui é uma estimativa fundamentada, para estudar e conferir — nunca um resultado.
- Não promete aprovação, e nenhuma correção daqui garante nota.
- Não substitui o seu julgamento jurídico. Se a correção apontar algo que você sabe estar errado, o certo é confiar no seu conhecimento e checar a fonte.
- Não corrige o que não consegue ler. Manuscrito com foto ruim degrada a leitura, e uma linha ilegível vira critério não encontrado.
- Não tem acesso à correção real da sua prova antes de a banca divulgar.
6. Como a acurácia vai ser medida
A pergunta certa a fazer para qualquer corretor automático é: quanto ele erra contra a banca? A resposta honesta hoje é que o Espelho ainda não tem volume de notas reais para publicar esse número.
O caminho é público: quando sai o resultado oficial, o candidato passa a saber a nota verdadeira. Cada par (nota estimada, nota real) que voltar para cá permite medir o erro médio e recalibrar o motor. Quando houver amostra suficiente, o número aparece nesta página — com o tamanho da amostra junto, para você julgar se ele significa alguma coisa.
7. O que acontece com a sua peça
O texto que você envia é usado para gerar a sua correção e fica ligado à sua conta, para alimentar a sua evolução. As telas de progresso trabalham só com métricas — nota, critério, data — e exigem o seu login: sem token válido, a API não devolve dado nenhum. Detalhes em privacidade.
A melhor forma de julgar o método é usá-lo
A primeira peça sai corrigida por inteiro, de graça — com os critérios e as evidências à vista.
Corrigir minha 1ª peça